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A importância da humanização das empresas em meio a pandemia

Atualizado: 18 de Ago de 2020

A discussão sobre uma gestão humanizada já passou pela saúde, educação e também ao mundo corporativo. De forma resumida, trata-se de um sistema de gestão em que o bem-estar de todos os profissionais é visto como uma prioridade para alcançar os objetivos monetários da empresa. Ou seja, o lucro se torna uma consequência de uma equipe estruturada, que possui propósito e paixão pelo o que faz.


Se esta transformação já estava acontecendo nas empresas nos últimos anos, a chegada do Covid-19 no país tornou essa discussão ainda mais real e intensa. Mesmo em um cenário de tantas incertezas, o reconhecimento do capital humano se tornou quase unânime, afinal, são os colaboradores os responsáveis por garantir a continuidade dos negócios. Eles devem ser valorizados e é importante ter um departamento que olhe diretamente para isso - pode ser a Comunicação Interna, Recursos Humanos ou o Endomarketing.


A transformação da cultura pode ocorrer em um momento de gerenciamento de crise e deve ser cuidada e repensada para estar sempre alinhada. Durante esta mudança, a busca por líderes humanizados se torna ainda mais essencial, pois o olhar deve ser voltado diretamente aos colaboradores. Por isso, nós da equipe da Dialog.ci trouxemos, hoje, alguns pontos para te ajudar nesse processo de humanização:


Como começar uma cultura humanizada


De acordo com uma pesquisa divulgada ano passado pela Empresas Humanizadas do Brasil, a melhor forma de adotar uma gestão humanizada é ter atenção em todas as etapas da companhia, levando os valores da empresa dos colaboradores aos stakeholders. Compreender antes de tudo qual é a missão e os valores da empresa é fundamental para a construção de uma nova cultura. Qual os valores da companhia? Qual posição ela tem perante uma crise? Como tudo isso está sendo transmitido ao colaborador? Com essas respostas, o caminho a se seguir pode ficar mais claro e a cultura ainda mais estruturada.A humanização vem por meio dos comportamentos e atitudes da organização. Deve-se avaliar cada colaborador individualmente, valorizando a particularidade de cada um.


Uma liderança consciente é outro pilar nesse processo. Naturalmente, um líder com uma comunicação não violenta e assertiva pode ser capaz de inspirar e motivar a equipe, em um período de crise ele precisa mais do nunca passar confiança e mostrar o melhor caminho aos seus colaboradores. A pandemia afeta a todos, mesmo que de forma diferente. Alguns vão ter desafios para se adaptar ao home office, conciliar família e filhos em casa ou em outros casos até mesmo lidar diretamente com a doença e cabe a liderança ter empatia com cada situação e envolver-se na busca pela melhor solução.


A comunicação nesse momento deve ser totalmente voltada à prevenção da doença e em como lidar com esse período, como falamos, a empatia deve ditar todas as atitudes. A humanização está no olhar empático na pessoal integralmente, além de suas honras profissionais.


Campanhas que coloquem o colaborador como agente central


Faça campanhas de prevenção com mensagens que transmitam os valores da empresa e pense sempre no colaborador como principal público-alvo. Ele que é o embaixador da marca e sem dúvidas pode ser o melhor divulgador da empresa, por isso, quanto mais ações, mais engajamento é gerado nas redes sociais. As pessoas se sentem motivadas, abraçadas e incentivadas a compartilharem de forma positiva e um colaborador feliz tem orgulho de pertencer e vai demonstrar isso. Em um cenário de tensão e ansiedade, pequenas atitudes como reconhecimentos e momentos de descontração valorizam ainda mais o senso de pertencimento. Use a tecnologia a seu favor para reforçar a comunicação interna e implementar algumas ações, mesmo a distância.


Brand persona: mascote ou criação de personagem aproxima as pessoas


Uma das estratégias que podem ser adotadas para aproximar a empresa do funcionário é a criação de uma brand persona, que pode ser um mascote ou algum personagem voltado para se comunicar com o grupo. Essa forma de humanizar a relação permite uma identificação maior, pois é possível adotar uma linguagem mais informal que se adeque a comunicação interna. Essa criação pode abraçar os valores corporativos e ser iniciada com uma pesquisa qualitativa para entender quais são as dores e necessidades do pessoal. Com isso, é possível compreender também qual perfil se aproxima mais da realidade.


Com a Dialog.ci, por exemplo, é possível criar um mascote na plataforma que converse com os colaboradores e concentre as mensagens de forma divertida e amigável. Ele pode representar alguma área da organização ou ela como um todo e sua cultura, abordando temas importantes de forma mais leve, além de proporcionar uma comunicação horizontal e possibilitar que os colaboradores interajam e sejam incentivados a compartilhar também suas novidades dentro da empresa. Com criatividade e as ferramentas certas existem diversas formas de unir as equipes, fortalecer os valores da organização para sair dessa crise ainda mais fortalecidos.


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