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Cinco aprendizados que a comunicação interna vai tirar dessa pandemia

A pandemia causada pelo covid-19 certamente trouxe diversos impactos para a sociedade e para as empresas. De uma hora para outra surgiram diversos desafios organizacionais e todos se viram obrigados a remodelar a forma de trabalho. Ainda é cedo para falarmos que já está tudo normal ou até mesmo que a pandemia teve um fim, mas certamente já podemos aprender algumas lições com os últimos três meses e a partir disso traçar táticas para se reinventar e se adequar a esse novo normal.


Dentre os diversos setores que cumpriram um papel essencial durante a crise, a comunicação interna ganhou um posto de destaque. Contar com uma CI estruturada se tornou crucial para manter o engajamento e a produtividade, acalmar os profissionais, alinhar as mensagens e ainda manter a cultura organizacional. Tudo isso se tornou essencial para manter a reputação positiva e contribuir para que as empresas continuem caminhando neste momento.


Para muitas companhias, nem todos os planejamentos funcionaram ou conseguiram seguir com sucesso, mas ainda há tempo de repensar novas rotas e aprender com o que já passou. Também é preciso olhar outras companhias que obtiveram êxito e se inspirar nelas. Por isso, hoje vamos listar cinco aprendizados que a comunicação interna teve com o Covid-19:


Estratégia humanizada


Pessoas em primeiro lugar. Esse foi um aprendizado que muitas empresas tiveram durante o pico da pandemia. Nunca se discutiu tanto a necessidade de uma cultura interna humanizada e estratégias que olham com mais atenção para a saúde física e também mental dos colaboradores. Principalmente neste cenário, onde muitas pessoas se viram afetadas. A comunicação tem que ter um papel de empatia e olhar para os colaboradores com preocupação visando o bem estar deles.


De acordo com a quinta edição do Estudo Global de Tendências de Talentos, a experiência do funcionário é a principal prioridade do RH e 58% das organizações estão passando por mudanças para se tornarem mais centradas nas pessoas, mas ainda apenas 29% dos líderes de RH têm uma estratégia de benefícios de saúde e bem-estar estruturada. Por isso, é importante continuar desenvolvendo essa estratégia mais humana, para que isso vire comportamento diário em todas as corporações.


Adotar a transformação digital


A quarentena e a mudança para o modelo a distância representou também uma passagem para forçada para o digital. Empresas que já estavam preparadas para esse transformação se saíram melhor e outras precisaram se adaptar rapidamente. Do ponto de vista estratégico, todas as soluções inovadoras tecnológicas, como por exemplo o Zoom, foram responsáveis por manter muitos negócios funcionando.


Com as restrições de deslocamento e mobilidade, o RH e a comunicação interna precisou se repaginar e principalmente, se modernizar para atingir todos os colaboradores fora do espaço físico. O resultado? Cerca de 90% das empresas intensificaram o uso da comunicação digital com a criação de canais, plataformas e redes sociais corporativas.


Comunicação transparente


A crise trouxe um momento de muitas incertezas e a comunicação se mostrou essencial para trazer não apenas conforto, mas direcionamento para toda a equipe. Uma comunicação constante e principalmente transparente durante um momento de crise mostra aos colaboradores que eles não estão sozinhos e que a companhia está ciente e preparada para lidar com todos os possíveis cenários.


A transparência na comunicação também está diretamente ligada a sensação de confiança entre a equipe e a liderança, interferindo diretamente na produtividade e engajamento.


Capacidade de analisar e prever cenários


Um período de crise deixa evidente como um bom planejamento pode ser um diferencial. Se em um primeiro momento o susto da pandemia fez com que diversas companhias corressem para revisitar suas estratégias, agora muitas já se sentem mais preparadas e capazes de analisar os diversos cenários e se preparar para o que pode surgir.


Para esses dias, só podemos contar com o imprevisível e a capacidade de lidar com as mudanças está entre as habilidades que todos os gestores e líderes tiveram que desenvolver.


Flexibilidade


Se hoje o home office se tornou uma prática comum e até mesmo definitiva para muitas empresas, essa transformação só aconteceu devido a necessidade do distanciamento social. Uma Pesquisa da startup Pulse concluiu que 78% dos brasileiros se sentem mais produtivos trabalhando remotamente, outro estudo, do Capterra, software da consultoria Gartner, detectou que, para 70% dos gerentes, as empresas poderiam funcionar em seu pleno potencial com uma equipe totalmente remota.


A flexibilidade do modelo de trabalho ainda vai ser pauta no pós-pandemia, muitos falam sobre um possível modelo híbrido, entre presencial e home office, enquanto outros preferem a prática a distância como única opção ou até mesmo a presencial. Nessa discussão, não há certo ou errado, mas existe todo o universo que a área de comunicação interna precisa considerar: as mensagens e todas as ações precisam atingir os colaboradores além do espaço físico do trabalho.


As empresas ainda estão vivendo um período para digerir tudo o que aconteceu e se esse momento for realmente bem avaliado, ele pode ser sim um pontapé importante para as mudanças que estão por vir. A comunicação interna certamente vai se tornar ainda mais resiliente e estratégica daqui para frente.


A Dialog, hub de CI e RH, pode ajudar as empresas de acordo com às novas necessidades do mercado de trabalho. Com a rede social corporativa, é possível atingir todos os colaboradores em home office, reduzir ruídos internos e comunicar conteúdos relevantes de forma efetiva. Por estimular uma comunicação horizontal, o superapp ainda dá voz aos colaboradores, estimula o sentimento de pertencimento e abre caminho para novos modelos de campanha, voltados ao bem-estar, a comunicação transparente e próxima com todos os profissionais. Confira todos os benefícios por aqui.


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